Sonda Orbitará Mercúrio por um Ano - NASA - |Vídeo|

É o menor Planeta do sistema solar e também o mais quente, podendo chegar facilmente a 400ºC, para que fosse possível enviar a sonda Messenger à Mercúrio...

Descoberta do Hawai

No ano de 1778, James Cook e sua tribulação voltavam do Tahiti rumo a América do Norte, terceira expedição comandada por ele, quando seus navios ancoraram pela primeira vez no Havaí...

Planeta Habitável Descoberdo

"Há anos que estávamos à espera disto. É uma grande descoberta". As palavras entusiasmadas são do jovem astrofísico francês Xavier Bonfils...

Expedições Espanholas

Para os europeus do século XV, viajar pelo oceano Atlântico era uma tarefa arriscada, pois para os marinheiros o oceano era cheio de mistérios...

Água em Marte

A sonda européia Mars Express detectou água em forma de gelo no pólo sul do planeta Marte, segundo divulgou a ESA, agência espacial européia, em Darmstadt, Alemanha...

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Missão a Jupiter será lançada em agosto - NASA

Composição artística mostra a sonda espacial em órbita de Júpiter (Foto: NASA/JPL)Composição artística mostra a sonda espacial em órbita de Júpiter (Foto: NASA/JPL)



    A Nasa decidiu lançar sua missão a Júpiter no dia 5 de agosto. A sonda espacial Juno deve chegar ao maior planeta do Sistema Solar daqui cinco anos, em 2016. O objetivo é investigar a origem, a estrutura e atmosfera do gigante gasoso. E fazer belas imagens em close do planeta. Os cientistas esperam ter, pela primeira vez, fotografias detalhadas dos pólos de Júpiter.
    O lançamento da nave pode ocorrer entre 12h34 (horário de Brasília) até 13h33. Se as condições climáticas não permitirem, a janela de oportunidade para a decolagem fica aberta até dia 26 de agosto.
    Os cientistas esperam que a nave ajude a entender a formação do Sistema Solar. Júpiter é o maior planeta de nossa vizinhança, onze vezes maior do que a Terra e com uma massa maior que duas vezes todos os outros planetas juntos. Assim como Saturno, Urano e Netuno, ele é gasoso – ao contrário de Terra, Marte, Vênus e Mercúrio.
Ao todo, a nave deve fazer 33 órbitas – o que deve durar até 2017. Ao fim de seu trabalho, ela vai cair no planeta.
Entre suas missões, a Juno deve determinar a composição da atmosfera do planeta e exatamente quanta água existe por ali. A sonda também vai estudar os pólos e o campo magnético de Júpiter.

Fonte: G1

Descobertas as menores galáxias do Universo

Imagem do Hubble mostra a localização de algumas das galáxias observadas Foto: Nasa/Divulgação
Os telescópios espaciais Hubble e Spitzer descobriram nove das menores, tênues e compactas galáxias observadas até agora no universo distante, informou hoje o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa.

Cada uma dessas galáxias, que contam com milhões de estrelas, são entre 100 e mil vezes menores que a Via Láctea, acrescentou o JPL em um relatório.

"Trata-se das galáxias de menor massa detectadas no universo", disse Nor Pirzkal, do Instituto de Ciências Astronômicas. As teorias sobre a evolução das galáxias assinalam que os conjuntos menores de estrelas se uniram para se transformar em galáxias de enorme massa.

"É provável que estas galáxias, como tijolos de um jogo de Lego e que foram inicialmente detectadas pelo Hubble, tenham contribuído à formação do Universo como o conhecemos agora", disse o JPL.
Pirzkal assinalou que o telescópio Spitzer foi usado para confirmar a pequena massa das galáxias e suas observações constataram que são os "menores tijolos do Universo", acrescentou.

As estrelas que as compõem têm uma idade de apenas poucos milhões de anos e estão no processo de transformar elementos do Big Bang (a explosão que criou o Universo) em elementos mais pesados como hidrogênio e hélio.

Segundo Sageeta Malhotra, cientista da Universidade do Arizona e participante no estudo, a luz azul do Hubble comprova a presença de estrelas jovens nesses conjuntos galácticos.


No entanto, "a ausência de luz vermelha nas imagens proporcionadas pelo Spitzer demonstra de maneira conclusiva que se trata de galáxias jovens sem que tenha havido outra geração estelar antes delas", acrescentou.

Fonte: Terra

O objeto feito pelo homem mais longe da Terra!

A sonda espacial Voyager 1, lançada há 33 anos, está perto da fronteira do Sistema Solar. A 17,4 bilhões de km de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.  Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas. Fora do sistema solar!

Descoberta a Maior Estrela do Universo!

Cientistas calculam que 'R136a1' tem atualmente 265 vezes a massa do Sol.
Sua luminosidade é 10 milhões de vezes maior.
 

Imagem divulgada por observatório europeu mostra três estrelas que tem massa maior que a do sol. A que tem mais massa, conhecida como R136a1e localizada no centro da imagem, tem hoje o equivalente a 265 vezes a massa do Sol, mas cientistas calculam que na época de seu nascimento esse número pode ter chegado a 320 vezes. (Foto: AP)


Ela também tem grande luminosidade, cerca de dez milhões de vezes maior que a do Sol (Foto: AP)

Fonte: G1

Novo planeta habitável pode ser descoberto em maio de 2011


Todos já conhecem a teoria de que o mundo vai acabar em 2012. Os mais céticos, é claro, não dão muita atenção a todo esse alarde. Mesmo que isso seja verdade, contudo, poderemos já estar vivendo em outro lugar quando a Terra acabar. É o que sugere uma nova descoberta das Universidades de Harvard (Cambridge, Massachussets, EUA) e da Califórnia, que prevê o anúncio de um novo planeta habitável ainda para 2011.

Na verdade, por enquanto, tudo não passa de uma projeção matemática. É claro que não é um cálculo leviano (e seria muito complicado explicar, aqui nestas linhas, como ele funciona exatamente), os cientistas têm boas razões para acreditar que descobriremos um planeta digno de ser habitado dentro de muito pouco tempo.
Este planeta, supostamente está fora do sistema solar. Planetas que orbitam ao redor de uma estrela que não seja o Sol são chamados de exoplanetas, o que seria o caso deste nosso “novo lar”. Basicamente, fizeram cálculos baseados nos exoplanetas já descobertos antes (graças ao super-telescópio Kepler, de propriedade da NASA), e compararam as propriedades já conhecidas. A dedução que os levou a tal resultado se baseou na “habitabilidade métrica”, uma medida que considera duas variáveis: a temperatura e a massa do planeta em questão.

A tal habitabilidade métrica tem duas influências nas descobertas astronômicas. Em primeiro lugar, existem pedras de gelo em planetas de massa gigantesca, compostos em sua maioria por gás, fator importante no cálculo “temperatura x massa”. Com isso, a cada planeta mais distante que se descobre, estamos estatisticamente mais próximos de chegar ao valor “temperatura x massa” semelhante ao da Terra. Segundo os pesquisadores, um planeta com essas condições é caracterizado como “habitabilidade métrica 1”, o valor da Terra.

Segundo cálculos mais céticos, nossa chance de encontrar um planeta habitável é de 66% em 2013, e de 75% em 2020. Os mais otimistas, no entanto (já que estamos falando de um cálculo com numerosas variáveis e muitos ingredientes que não passam de mera suposição), projetam esse “dia D” para maio de 2011. Se estiverem certos, daqui a menos de um ano saberemos que a Terra não é o único lugar no universo onde é possível viver.

Fonte: Hypescience

A América Latina sem ninguém!


Mais uma parte da série "O Mundo Sem Ninguém" que mostra como seria o mundo se o ser humano desaparecesse!
Como seria a América Latina se o ser humano não existisse mais? O que sobreviveria? Por quanto tempo? Deixaríamos uma marca inesquecível sobre o planeta? History Channel tentará responder a estas perguntas com este surpreendente especial de duas horas.

Veja o documentário abaixo ou faço o download AQUI! 

                      Documentário:

Satélite revela a mais exata imagem da gravidade da Terra!



O satélite GOCE, da ESA, agência espacial europeia, mapeou a gravidade da Terra com detalhamento sem precedentes. Agora, os cientistas têm acesso a um modelo geoide (forma verdadeira da Terra, que não é esférica, mas sim achatada nos polos) mais preciso para que se entenda como o planeta funciona. 


A imagem mostra a superfície ideal do oceano, na ausência de marés e correntes marítimas, moldada pela gravidade. Ela serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança no nível do mar e a dinâmica do gelo – e como tudo isso é afetado pelas mudanças climáticas. 



- [...] Estou particularmente animado com os primeiros resultados oceanográficos. Eles mostram que o [satélite] GOCE nos fornece a topografia dinâmica e os padrões de circulação nos oceanos com qualidade e resolução sem precedentes. Estou confiante que esses resultados vão nos ajudar a melhorar a compreensão da dinâmica dos oceanos no mundo. 



Especialistas estão discutindo o uso do satélite para conseguir avanços no estudo dos oceanos e do clima e melhorar o entendimento sobre a estrutura interna da Terra. 



Uma das opções é analisar os dados fornecidos pelo satélite para conhecer com mais profundidade os processos que causam terremotos, como o que atingiu o Japão recentemente. 



Como esse terremoto foi causado pelo movimento das placas tectônicas abaixo do nível do oceano, essa ação das placas não consegue ser detectada do espaço, mas os terremotos deixam marcas na gravidade do planeta que poderiam ser usadas para entender os processos causadores desse tipo de catástrofe e, finalmente, ajudar a prevê-la. 



Lançado em 2009, o satélite GOCE já recolheu dados sobre a gravidade terrestre por um ano.


Fonte: R7

Descoberta a mais fria estrela!


Estrela anã marrom CFBDSIR 1458 10B

     Astrônomos descobriram a partir de observações feitas com o telescópio VLT (Very Large Telescope, ou Telescópio Muito Grande, em tradução livre), que fica no Chile, o Telescópio Keck II e o Telescópio Canada-France-Hawaii (ambos no Havaí) uma estrela que pode ser a mais fria já registrada. A temperatura do astro seria de aproximadamente 100°C, o ponto de ebulição da água.
    Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), as anãs marrons são estrelas falhas - não possuem massa em quantidade suficiente para que a gravidade dê origem às reações nucleares que fazem as outras estrelas brilharem. O astro recém-descoberto, identificado como CFBDSIR 1458+10B, faz parte de um sistema binário composto por ele e outra anã marrom e que fica situado a "apenas" 75 anos-luz da Terra.
     A temperatura da estrela foi medida com o espectrógrafo X-shooter, montado no VLT, que registra o espectro infravermelho da luz. "Ficamos muito entusiasmados ao descobrir que este objeto tinha uma temperatura tão baixa, mas estávamos longe de imaginar que era um sistema duplo e que possuía uma componente ainda mais fria, tornando-o assim ainda mais interessante", diz Philippe Delorme do Institut de Planétologie et d'Astrophysique de Grenoble (CNRS/Université Joseh Fourier), coautor do artigo científico que relata os resultados do estudo.
     Por causa da baixa temperatura, os astrônomos esperam que a estrela tenha características diferentes de suas irmãs marrons e se comporte mais como um exoplaneta gigante - os cientistas especulam que ela poderia ter, inclusive, nuvens de águas na atmosfera. "De fato, assim que começarmos a obter, num futuro próximo, imagens de planetas gasosos gigantes em torno de estrelas semelhantes ao Sol, penso que muitos deles se parecerão com CFBDSIR 1458+10B", diz Michael Liu do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii, principal autor do artigo.
     Outras duas anãs marrons descobertas recentemente a partir de observações do Telescópio  Espacial Spitzer "competem" com CFBDSIR 1458+10B pelo título de estrela mais fria, mas elas ainda não tiveram a temperatura exata medida.


Fonte: Terra

Vida em Marte e na Terra podem ter origens Comuns


       Um grupo de cientistas americanos vem desenvolvendo um instrumento para analisar a possível existência de organismos vivos com genes comuns em Marte e na Terra, informou na quarta-feira o Massachusetts Institute of Technology (MIT). A pesquisa, denominada "Busca de Genomas Extraterrestres" (SETG), é levada a cabo dentro do Departamento de Ciências Terrestres, Planetárias e Atmosféricas do MIT.
     As premissas das quais o estudo parte são que o clima na Terra e em Marte eram muito similares na origem do sistema solar, que várias rochas marcianas viajaram à Terra fruto do choque de asteroides e que evidências indicam que alguns micróbios podem sobreviver os milhões de anos de distância entre os dois planetas. Além disso, segundo o MIT, a dinâmica orbital indica que é 100 vezes mais fácil viajar de Marte à Terra do que o contrário. O resto da teoria, se for comprovada, levantaria a possibilidade de os seres humanos serem descendentes de organismos marcianos.
     O aparelho desenvolvido pela equipe do MIT, capitaneado pelos pesquisadores Christopher Carr e Clarisa Lui, será desenvolvido para recolher amostras do solo marciano e isolar micróbios existentes ou restos de micróbios, para depois separar o material genético e analisar as sequências genéticas. Posteriormente, estas seqüências seriam comparadas para buscar sinais de padrões quase universais entre todas as formas de vida conhecidas.
     Embora reconheça que é uma pesquisa "a longo prazo", Carr indicou que, já que "poderíamos estar relacionados com a vida em Marte, pelo menos deveríamos ir e ver se existe vida relacionada com a nossa". A equipe do MIT afirmou que pode levar cerca de dois anos para desenvolver o protótipo do SETG, mas que, uma vez desenvolvido, seria factível integrá-lo como uma broca em um veículo espacial de uma futura missão que viaje à superfície de Marte para recolher estas mostras.
   Desde que os dois módulos Viking da Nasa aterrissaram em Marte em 1976, nunca mais foram enviados instrumentos à superfície marciana para buscar evidências de vida. Já o astrobiólogo Christopher McKay, do Centro de Pesquisa da Nasa-Ames, na Califórnia, afirmou que "é plausível que a vida em Marte esteja relacionada com a vida na Terra e, portanto, compartilhemos genética".

Fonte: Terra

Sonda da Nasa orbitará Mercúrio pela primeira vez!

Com o objetivo de descobrir como a Terra e os outros planetas do sistema solar se formaram, a Agência espacial norte-americana (NASA) prepara a chegada em Mercúrio da sonda Messenger. Lançada em 2004, estima-se que o equipament entre em óribita no dia 17 de Março de 2011 e permaneça na órbita de Mercúrio por um ano. Outras quatro missões para o Planeta foram feitas, mas esta, é um acontecimento marcante para os cientistas, pois tem como objetivo monitorar com mais clareza a superfície do astro explorando sua órbita.

É o menor Planeta do sistema solar e também o mais quente, podendo chegar facilmente a 400ºC, para que fosse possível enviar a sonda Messenger à Mercúrio foi nescessário que os engenheiros da NASA criasem um isolante térmico muito potente, mesmo assim, parte do equipamento não resistirá e derreterá com as altíssimas temperaturas do Planeta  - Confira a Reportagem:

Galaxia mais Distante


Astrônomos americanos descobriram através dos telescópios espaciais da Nasa Hubble e Spitzer o que pode ser uma das galáxias mais distantes já vistas e cuja formação ocorreu há mais de 12,8 bilhões de anos, informaram hoje os pesquisadores.

Acredita-se que a galáxia, denominada A1689-zD1, foi formada 700 milhões de anos depois do nascimento do Universo.

As imagens mostram a galáxia mais jovem e brilhante conhecida até agora em um momento de transformação na "idade escura", pouco depois do Big Bang, mas antes que se formassem as primeiras estrelas.

As atuais teorias indicam que a "idade escura" começou cerca de 400 mil anos depois do Big Bang".

"Ficamos surpreendidos quando descobrimos essa jovem e brilhante galáxia que se remonta a 12,8 bilhões de anos. São as imagens mais detalhadas de um objeto tão distante tiradas até agora", indicou o astrônomo Garth Illingworth, da Universidade da Califórnia e membro da equipe de pesquisadores.

As imagens servirão para estudar os anos de formação do nascimento das galáxias e sua evolução.

fonte: Terra

Nova descoberta em Marte


A Comunidade Cientifica Internacional está maravilhada com as novas noticias da sonda "MARS".Depois de ter encontrado uma rocha em Marte com a forma de um pequeno homem, a sonda descobriu agora uma cratera cujas formas fazem lembrar um rosto sorridente semelhante aos conhecidos "SMILEYS" amarelos. Esta cratera tem uma dimensão de cerca de 215 quilómetros. São duas constatações que a sonda fêz que fazem ressaltar imensa investigação sobre o Planeta.
É claro que é sempre de perguntar; com tanta fome na Terra porque é que se gastam milhões nestas missões.


fonte: shvoong

Água em Marte.


A sonda européia Mars Express detectou água em forma de gelo no pólo sul do planeta Marte, segundo divulgou a ESA, agência espacial européia, em Darmstadt, Alemanha. A existência de água pode ser um indício de que existiu, ou pode existir, vida lá, além de abrir caminho para futuras missões tripuladas ao planeta.

Os cientistas ainda ignoram a quantidade exata de gelo e também se ele é permanente ou se evapora durante o verão marciano, para voltar a se condensar durante o inverno.

O responsável pela descoberta é o Omega, equipamento instalado na Mars Express que combina uma câmera e um espectrômetro --instrumento capaz de decompor radiação de um corpo em um espectro de energias, que podem ser estudadas separadamente e ajudar a entender a composição desse corpo. Ele mapeou o pólo sul de Marte no dia 18 de janeiro e encontrou água congelada e também dióxido de carbono.

A informação, segundo a ESA, foi confirmada pelo PFS, um espectrômetro de alta resolução instalado na sonda. As técnicas de medição permitem à agência espacial detectar a composição química da atmosfera e da superfície de Marte.

A equipe também identificou indícios de erosão por água. Eles suspeitavam há cerca de 30 anos que havia água em Marte sob a forma de gelo, mas até agora só tinham confirmações indiretas, graças principalmente à missão norte-americana Mars Odyssey.


Missão européia

O principal objetivo da missão européia era descobrir a presença de água em algum de seus estados físicos. Para tanto, a agência espacial européia viajou cerca de 500 milhões de quilômetros com uma sonda e um módulo de pouso a um custo aproximado de 300 milhões de euros para estudar o planeta vermelho por dois anos terrestres.

A sonda Mars Express estava a caminho do planeta desde 2 de junho de 2003, ela entrou em órbita no dia 25 de dezembro. Possui sete instrumentos científicos capazes de investigar a atmosfera, a superfície e o subsolo de Marte.

O módulo de pouso é o Beagle-2, fruto de uma cooperação internacional que envolveu mais de uma centena de sociedades e trinta institutos de pesquisa ou universidades de quinze países diferentes. A missão do robô era recolher e analisar amostras do subsolo marciano.

Mudo desde que chegou a Marte, na mesma data em que a sonda entrou em órbita, o robô é tido como perdido. Os cientistas da ESA suspeitam que ele possa ter caído em uma cratera e, por isso, esteja enfrentando dificuldades de comunicação.

Disputa

Na verdadeira guerra entre Estados Unidos e Europa para "conquistar? o planeta vermelho, a ESA tropeçou primeiro, pois ainda não conseguiu contato com seu robô Beagle-2, que está silencioso em Marte desde que chegou ao planeta, no dia 25 de dezembro. Já o robô Spirit, da Nasa (agência espacial norte-americana) só voltou a se comunicar com a Terra ontem. O jipe norte-americano está em solo marciano há praticamente uma semana, e ia começar a perfurar uma rocha para análises químicas.

Mesmo assim, os EUA continuam na frente, já que não é a primeira vez que imagens de satélite ajudam os cientistas a detectar água sob a superfície de Marte. Em março do ano passado, cientistas chegaram à conclusão de que há água em estado líquido na superfície do planeta ao analisar imagens da sonda norte-americana Mars Global Surveyor. Em 2002, dados da sonda Mars Odyssey, também dos EUA, mostraram enormes quantidades de água congelada recobertas por menos de um metro de terra, sob a superfície.


Rochas

Cientistas da Nasa podem ter descoberto a mais forte evidência de rochas formadas pela ação da água em Marte. O jipe Opportunity enviou imagens de placas que parecem conter finas camadas, informaram ontem os pesquisadores, em entrevista coletiva realizada no JPL (Laboratório de Propulsão a Jato), na Califórnia. Na Terra, essas marcas são normalmente associadas às chamadas rochas sedimentares, produzidas pela deposição de material pela água ou pelo vento.

As camadas teriam espessura de um centímetro em alguns lugares, o que indica que provavelmente não são fruto de fluxos de lava, mas os cientistas da agência espacial norte-americana dizem que mais análises serão necessárias.

Caso as rochas sejam de fato sedimentares, provavelmente foram fruto da ação da água, não dos ventos, segundo os cientistas.

Todos esses dados devem ser obtidos quando o Opportunity puder iniciar suas andanças pelo solo de Meridiani Planum, em Marte.

Cor

Uma velha lenda sobre a exploração do planeta vermelho ressurge na Internet: a de que a Nasa anda manipulando as cores para suprimir padrões indicativos da presença de tons verdes (traços de vida) no solo marciano.

A lenda tem origem no fato de que é preciso calibrar as cores das imagens para tentar reproduzir algo próximo do que o olho humano seria capaz de observar.

Pesquisadores como o polêmico Gilbert Levin, que diz ter detectado vida em Marte com um experimento na sondas americanas Viking em 1976, afirmam que o solo marciano é menos vermelho do que o visto nas imagens e até mesmo que o céu naquele planeta seria visto como azul.

A maioria dos cientistas planetários, entretanto, não dá crédito a esses dissidentes e argumenta que os filtros usados pela Nasa são os mais adequados para obter as informações científicas.

Nasa anuncia descoberta de água na Lua



Dados preliminares da sonda Lcross indicam que a missão descobriu água durante os impactos de 9 de outubro com uma região em sombra perpétua no fundo da cratera Cabeus, perto do polo sul lunar.

Ouça comentário de físico sobre a descoberta

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O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro produziu uma pluma de material dividida em duas partes, ejetado das profundezas da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e segunda, de material mais denso. Esse material não era exposto à luz do Sol há bilhões de anos.

Cientistas especulavam há anos sobre a explicação para as quantidades de hidrogênio detectadas nos polos lunares por missões anteriores. A descoberta de água pela Lcross ajuda a responder à pergunta. A água na Lua pode estar mais disseminada e existir em quantidade maior que a esperada, diz nota da Nasa.

Além disso, regiões lunares em sombra perpétua podem ter a chave da história e da evolução do Sistema Solar. E a água e outros compostos descobertos poderão ser recursos para astronautas em futuras missões.

Desde os impactos, a equipe cientistas da missão Lcross trabalha para analisar os dados que a nave recolheu. A equipe concentrou-se nos espectrômetros, que trazem as informações mais precisas sobre a presença de água.

"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, principal cientista da missão. "Diversas linhas de evidência mostram que a água estava presente tanto na pluma mais leve e na cortina de dejetos criada pelo impacto do Centauro. A concentração e distribuição da água e outras substâncias requerem mais análise, mas é seguro dizer que Cabeus contém água".


Fonte:estadão.com.br

32 novos Planetas


Astrônomos anunciaram a descoberta de 32 novos exoplanetas, ou seja, planetas localizados fora do Sistema Solar. Eles foram identificados pelos cientistas do European Southern Observatory, que trabalham no observatório de La Silla, Chile. Com a descoberta, agora são mais de 400 exoplanetas conhecidos. Segundo os cientistas, eles têm tamanhos que variam de cinco vezes a massa da Terra a até cinco a dez vezes a massa de Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar. Tudo indica que pode haver em nossa galáxia inúmeros planetas de pouca massa para os padrões astronômicos, como a Terra.

Fonte: BBC News

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