Sonda Orbitará Mercúrio por um Ano - NASA - |Vídeo|

É o menor Planeta do sistema solar e também o mais quente, podendo chegar facilmente a 400ºC, para que fosse possível enviar a sonda Messenger à Mercúrio...

Descoberta do Hawai

No ano de 1778, James Cook e sua tribulação voltavam do Tahiti rumo a América do Norte, terceira expedição comandada por ele, quando seus navios ancoraram pela primeira vez no Havaí...

Planeta Habitável Descoberdo

"Há anos que estávamos à espera disto. É uma grande descoberta". As palavras entusiasmadas são do jovem astrofísico francês Xavier Bonfils...

Expedições Espanholas

Para os europeus do século XV, viajar pelo oceano Atlântico era uma tarefa arriscada, pois para os marinheiros o oceano era cheio de mistérios...

Água em Marte

A sonda européia Mars Express detectou água em forma de gelo no pólo sul do planeta Marte, segundo divulgou a ESA, agência espacial européia, em Darmstadt, Alemanha...

Descoberta a Maior Estrela do Universo!

Cientistas calculam que 'R136a1' tem atualmente 265 vezes a massa do Sol.
Sua luminosidade é 10 milhões de vezes maior.
 

Imagem divulgada por observatório europeu mostra três estrelas que tem massa maior que a do sol. A que tem mais massa, conhecida como R136a1e localizada no centro da imagem, tem hoje o equivalente a 265 vezes a massa do Sol, mas cientistas calculam que na época de seu nascimento esse número pode ter chegado a 320 vezes. (Foto: AP)


Ela também tem grande luminosidade, cerca de dez milhões de vezes maior que a do Sol (Foto: AP)

Fonte: G1

Novo planeta habitável pode ser descoberto em maio de 2011


Todos já conhecem a teoria de que o mundo vai acabar em 2012. Os mais céticos, é claro, não dão muita atenção a todo esse alarde. Mesmo que isso seja verdade, contudo, poderemos já estar vivendo em outro lugar quando a Terra acabar. É o que sugere uma nova descoberta das Universidades de Harvard (Cambridge, Massachussets, EUA) e da Califórnia, que prevê o anúncio de um novo planeta habitável ainda para 2011.

Na verdade, por enquanto, tudo não passa de uma projeção matemática. É claro que não é um cálculo leviano (e seria muito complicado explicar, aqui nestas linhas, como ele funciona exatamente), os cientistas têm boas razões para acreditar que descobriremos um planeta digno de ser habitado dentro de muito pouco tempo.
Este planeta, supostamente está fora do sistema solar. Planetas que orbitam ao redor de uma estrela que não seja o Sol são chamados de exoplanetas, o que seria o caso deste nosso “novo lar”. Basicamente, fizeram cálculos baseados nos exoplanetas já descobertos antes (graças ao super-telescópio Kepler, de propriedade da NASA), e compararam as propriedades já conhecidas. A dedução que os levou a tal resultado se baseou na “habitabilidade métrica”, uma medida que considera duas variáveis: a temperatura e a massa do planeta em questão.

A tal habitabilidade métrica tem duas influências nas descobertas astronômicas. Em primeiro lugar, existem pedras de gelo em planetas de massa gigantesca, compostos em sua maioria por gás, fator importante no cálculo “temperatura x massa”. Com isso, a cada planeta mais distante que se descobre, estamos estatisticamente mais próximos de chegar ao valor “temperatura x massa” semelhante ao da Terra. Segundo os pesquisadores, um planeta com essas condições é caracterizado como “habitabilidade métrica 1”, o valor da Terra.

Segundo cálculos mais céticos, nossa chance de encontrar um planeta habitável é de 66% em 2013, e de 75% em 2020. Os mais otimistas, no entanto (já que estamos falando de um cálculo com numerosas variáveis e muitos ingredientes que não passam de mera suposição), projetam esse “dia D” para maio de 2011. Se estiverem certos, daqui a menos de um ano saberemos que a Terra não é o único lugar no universo onde é possível viver.

Fonte: Hypescience

A América Latina sem ninguém!


Mais uma parte da série "O Mundo Sem Ninguém" que mostra como seria o mundo se o ser humano desaparecesse!
Como seria a América Latina se o ser humano não existisse mais? O que sobreviveria? Por quanto tempo? Deixaríamos uma marca inesquecível sobre o planeta? History Channel tentará responder a estas perguntas com este surpreendente especial de duas horas.

Veja o documentário abaixo ou faço o download AQUI! 

                      Documentário:

Satélite revela a mais exata imagem da gravidade da Terra!



O satélite GOCE, da ESA, agência espacial europeia, mapeou a gravidade da Terra com detalhamento sem precedentes. Agora, os cientistas têm acesso a um modelo geoide (forma verdadeira da Terra, que não é esférica, mas sim achatada nos polos) mais preciso para que se entenda como o planeta funciona. 


A imagem mostra a superfície ideal do oceano, na ausência de marés e correntes marítimas, moldada pela gravidade. Ela serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança no nível do mar e a dinâmica do gelo – e como tudo isso é afetado pelas mudanças climáticas. 



- [...] Estou particularmente animado com os primeiros resultados oceanográficos. Eles mostram que o [satélite] GOCE nos fornece a topografia dinâmica e os padrões de circulação nos oceanos com qualidade e resolução sem precedentes. Estou confiante que esses resultados vão nos ajudar a melhorar a compreensão da dinâmica dos oceanos no mundo. 



Especialistas estão discutindo o uso do satélite para conseguir avanços no estudo dos oceanos e do clima e melhorar o entendimento sobre a estrutura interna da Terra. 



Uma das opções é analisar os dados fornecidos pelo satélite para conhecer com mais profundidade os processos que causam terremotos, como o que atingiu o Japão recentemente. 



Como esse terremoto foi causado pelo movimento das placas tectônicas abaixo do nível do oceano, essa ação das placas não consegue ser detectada do espaço, mas os terremotos deixam marcas na gravidade do planeta que poderiam ser usadas para entender os processos causadores desse tipo de catástrofe e, finalmente, ajudar a prevê-la. 



Lançado em 2009, o satélite GOCE já recolheu dados sobre a gravidade terrestre por um ano.


Fonte: R7

Descoberta a mais fria estrela!


Estrela anã marrom CFBDSIR 1458 10B

     Astrônomos descobriram a partir de observações feitas com o telescópio VLT (Very Large Telescope, ou Telescópio Muito Grande, em tradução livre), que fica no Chile, o Telescópio Keck II e o Telescópio Canada-France-Hawaii (ambos no Havaí) uma estrela que pode ser a mais fria já registrada. A temperatura do astro seria de aproximadamente 100°C, o ponto de ebulição da água.
    Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), as anãs marrons são estrelas falhas - não possuem massa em quantidade suficiente para que a gravidade dê origem às reações nucleares que fazem as outras estrelas brilharem. O astro recém-descoberto, identificado como CFBDSIR 1458+10B, faz parte de um sistema binário composto por ele e outra anã marrom e que fica situado a "apenas" 75 anos-luz da Terra.
     A temperatura da estrela foi medida com o espectrógrafo X-shooter, montado no VLT, que registra o espectro infravermelho da luz. "Ficamos muito entusiasmados ao descobrir que este objeto tinha uma temperatura tão baixa, mas estávamos longe de imaginar que era um sistema duplo e que possuía uma componente ainda mais fria, tornando-o assim ainda mais interessante", diz Philippe Delorme do Institut de Planétologie et d'Astrophysique de Grenoble (CNRS/Université Joseh Fourier), coautor do artigo científico que relata os resultados do estudo.
     Por causa da baixa temperatura, os astrônomos esperam que a estrela tenha características diferentes de suas irmãs marrons e se comporte mais como um exoplaneta gigante - os cientistas especulam que ela poderia ter, inclusive, nuvens de águas na atmosfera. "De fato, assim que começarmos a obter, num futuro próximo, imagens de planetas gasosos gigantes em torno de estrelas semelhantes ao Sol, penso que muitos deles se parecerão com CFBDSIR 1458+10B", diz Michael Liu do Instituto de Astronomia da Universidade do Hawaii, principal autor do artigo.
     Outras duas anãs marrons descobertas recentemente a partir de observações do Telescópio  Espacial Spitzer "competem" com CFBDSIR 1458+10B pelo título de estrela mais fria, mas elas ainda não tiveram a temperatura exata medida.


Fonte: Terra

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